Coleiras Vermelhas: Diga não à Crueldade na luta contra a Raiva.

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COMO EVITAR CONSTIPAÇÃO NOS NOSSOS ANIMAIS



 Os animais domésticos também ficam mais gripados no inverno e, por isso, os donos devem ficar atentos aos sintomas das dornças respiratórias, que podem evoluir para uma pneumonia e matar.
“Tanto os cães quanto os gatos estão mais predispostos a apresentar doenças respiratórias virais, especialmente os filhotes e, em alguns casos, podem ocorrer infecções bacterianas secundárias, com o desenvolvimento de pneumonia, que pode levar à morte”, afirma a professora Sílvia Regina Ricci Lucas, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP). Se o animal apresentar sintomas como tosses, espirros, febre, ausência de apetite e falta de disposição por mais de dois dias, os donos devem levá-lo ao veterinário.
Os agentes causadores da gripe em cachorros e gatos são diferentes dos que atacam as pessoas. Nos cães, a infecção respiratória mais comum é a traqueobronquite (tosse dos canis ou gripe canina). Entre os agentes causadores estão o vírus parainfluenza e a bactéria Bordetella bronchiseptica. A veterinária Marcia Lembo afirma que a doença é transmitida com facilidade de focinho para focinho. “Se entre dez cães houver um com a tosse canina, os outros vão pegar”, diz. Por isso, Marcia orienta os donos dos cachorros a evitar passear em praças com aglomerações dos animais e nos horários mais movimentados. Há outras doenças que comprometem as vias respiratórias dos cães como a cinomose (paramixovírus) e a hepatite infecciosa canina (adenovírus). “Além disso, os cães podem apresentar quadros respiratórios alérgicos que também se manifestam com tosse e, nessa época do ano, com a diminuição da umidade relativa do ar, tornam-se mais suscetíveis a complicações como pneumonias”, afirma Sílvia Ricci.
Marcia afirma que os gatos normalmente têm rinotraqueíte. “Estando o animal vacinado, a recomendação é evitar corrente de ar, choque térmico na saída do banho, por exemplo”, diz. A doença pode apresentar sintomas leves até quadros mais graves. “Os quadros mais graves podem ainda ser complicados pela infecção concomitante com outros vírus como o da leucemia felina e o da imunodeficiência felina (duas viroses que levam a quadros de imunodeficiência adquirida)”, diz Sílvia Ricci.
Para tratar a gripe podem ser indicados simplesmente repouso acompanhado da ingestão de vitaminas, antibióticos e até uma internação.
Gripe suína
Segundo a veterinária Marcia Lembo, neste ano, com as notícias sobre a gripe suína alguns clientes chegaram a perguntar se os bichos também poderiam contrair a doença.
Cães e gatos não correm esse risco. Os donos de ferrets (os furões), entretanto, devem tomar alguns cuidados com a nova gripe. Esses animais também são afetados pelo vírus Influenza do tipo A. “Quem tiver qualquer tipo de problema respiratório deve evitar chegar perto do furão”, diz Marcia, que tem dois 
ferrets. Não se deve tossir ou espirrar em cima desses bichos e os proprietários devem lavar as mãos várias vezes ao dia.
“Os ferrets são suscetíveis aos mesmos tipos de gripe que as pessoas e podem tanto adquirir a doença em contato com uma pessoa doente quanto transmiti-la”, afirma Sílvia Ricci. Ela diz que ainda não há relatos de infecção natural dos furões pelo vírus da gripe suína, mas experimentos em laboratório demonstraram que o H1N1 atinge vias respiratórias superiores e inferiores (pulmão e brônquios) dos animais e é um pouco mais patogênico do que outros tipos de Influenza.
Veja como prevenir as doenças respiratórias dos animais:
Sintomas
Tosse, espirros, secreção nasal e ocular que varia de serosa (aquosa) a mucopurulenta (espessa, amarelada), olhos avermelhados, diminuição do apetite, febre e prostração.
Prevenção
- Deixar os animais, principalmente os cães de grande porte, em locais protegidos nos dias mais frios, especialmente durante a noite;
- Vacinação com acompanhamento profissional, para que o veterinário avalie a necessidade das vacinas e o intervalo entre as aplicações;
- Utensílios como comedouros e bebedouros devem ser individuais;
- Lavar as mãos após o trato de cada animal;
- Banhos apenas quando necessário (nos horários mais quentes do dia, com água morna e secagem com secador);
- Em canis e gatis, animais com secreções oculares, nasais e espirros devem ser isolados dos sadios e tratados até sua completa recuperação.
Fontes: professora Sílvia Regina Ricci Lucas (USP) e veterinária Marcia Lembo

RETIRADO DE:  Revista Época

“Dez pedidos de um cão” Ulrich Klever- zoológo


1. Minha vida dura apenas uma parte de sua vida; qualquer separação entre nós significa sofrimento para mim. Pense muito nisso antes de me adotar.
2. Tenha paciência e me dê um tempo para que eu possa compreender o que você espera de mim. Você também muitas vezes não entende as coisas.
3. Deposite sua confiança em mim, pois eu vivo disso e vou compensá-lo mais do que ninguém.
4. Nunca guarde rancor se eu não me comportar bem, e não me prenda de castigo. Você tem outros amigos, trabalho e lazer. Eu só tenho você!
5. Converse comigo. Eu não entendo todas as suas palavras, mas gosto de ouvir sua voz falando só para mim.
6. Pense bem como você, seus amigos e visitas me tratam. Eu jamais esqueço.
7. Quando quiser me bater, pense que eu poderia facilmente machucá-lo e que eu não utilizo este recurso. Aprenda a me educar com reforços positivos, carinho, amor. Eu aprendo muito mais fácil dessa maneira.
8. Se tiver insatisfeito comigo porque estou desobediente, preguiçoso, imagine que talvez minha comida não esteja me fazendo bem ou que eu tenha ficado muito tempo exposto ao sol, ou que meu coração já esteja um pouco cansado e fraco.
9. Por favor, tenha compreensão comigo quando eu envelhecer. Não me abandone para adotar um cãozinho novo e bonitinho. Você também envelhece.
10. E quando chegar meu último e mais difícil momento, fique comigo. Não diga “Não posso ver isso”. Com sua presença tudo ficará mais fácil para mim. A fidelidade de toda minha vida deveria compensar este momento de dor.

yorkshire miniatura


São lindos, fofos, meigos, muito amigos e fiéis aos donos, super inteligentes, manhosos, e excelentes cães de alerta, ao minímo  barulho estranho desatam a ladrar, e bem alto!

adoram mimos, estar sempre acompanhados, coisas que mostram quando chega ao final do dia a casa!

em pequenos, por ser tão pequenos, nada roem, estragam ou sujam! e em grande também. não chegam a pesar em adultos mais que 1kG e pouco! tenho um e é a minha vida.


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Animais com excesso de peso - não deixe o seu chegar assim... gordura neles mata


FOME ESPECIFICA e HÁBITO DE ROER DOS CÃES




O organismo dos animais em geral e dos cães em particular, quando privados em sua alimentação de algum elemento dietético necessário ao seu bom desenvolvimento corporal (físico), faz com esses animais procurem na natureza aquilo que esta lhes faltando na alimentação. 
 
 
 
 
Quando lhes faltam por exemplo: Cálcio ou Fósforo - comem terra, lambem parede, ou objetos de barro como moringas, potes, etc. É essa a chamada fome específica, não mais presente entre nós humanos (perdemos essa característica pela nossa chamada Civilização), porém, entre os animais ela e evidente e facilmente comprovada. Uma boa alimentação deve conter todos os elementos necessários ao desenvolvimento harmônico do corpo do animal, e em geral uma ração balanceada de boa qualidade contem todo o necessário.
Devido o rápido desenvolvimento corporal dos cães, bastando para realçar esse fato citar-se que um cão atinge seu completo desenvolvimento e maturidade com apenas 1 e meio a dois anos, torna necessário portanto, que os cães sejam alimentados de forma intensiva, principalmente em sua primeira infância (do nascimento ate os 4 meses de idade), e que essa alimentação seja balanceada (contenha todos os elementos necessários, tais como sais minerais, aminoacidos (proteínas), essenciais, gorduras, hidratos de carbono, vitaminas e micro-elementos em geral). Resumindo, a ração (comida), além de completa em seus constituintes deve ser também na quantidade necessária (nem excessiva que possa causar obesidade, nem insuficiente que venha causar outros malefícios decorrentes.


 Esse preambulo foi necessário, a fim de ser entendido no que procurarei agora explicar, quanto ao fato da maioria dos filhotes cães, apresentarem esse habito de roerem objetos que lhes estejam ao alcance, como sapatos, chinelos, pés de mesa, brinquedos de crianças que lhes sejam acessíveis, etc.



HABITO DE ROER: Surge as vezes quando o cão é recém desmamado (30 a 45 dias de idade), e nesses casos duas razões são as determinantes:
  1. Ou a alimentação esta incompleta em seus constituintes, ou a sua quantidade é insuficiente.
  2. Alguma doença concomitante, como verminose, que está determinando como participarão pelos vermes contidos em seu aparelho digestivo na sua alimentação. Em alguns casos, muito especiais, pode existir alguma causa orgânica ou fisiológica, que esteja impedindo a perfeita assimilação do alimento, que embora sendo servido ao animal, este ano tem capacidade para sua assimilação e aproveitamento para seu desenvolvimento.



No primeiro caso anterior, basta corrigir o que estiver errado na alimentação, ou substituindo a qualidade da ração ou sua quantidade. Já no segundo, o tratamento para correção desse habito, basta ser administrado o vermífugo indicado, quando a causa seja uma verminose, ou tratamento da moléstia nos caso. Por ocasião da muda da dentição de leite pela permanente, ocorre freqüentemente também esse hábito de roer, motivado pela irritação causada às gengivas pelos novos dentes aflorando e empurrando os dentes de leite. Recomenda-se em todos os casos, prévio exame parasitológico de fezes, para saber-se as espécies de vermes que estejam parasitando o animal, afim de possibilitar a administração do vermífugo que melhor se preste para tal verme parasita.




O habito de roer, aparece na maioria dos casos, por ocasião da muda dos dentes (entre 3 meses e meio até 6 meses de idade, variável conforme a arca do animal). Os dentes da dentição definitiva nos cães, que estão para vir substituir a primeira dentição (chamada de leite), ao irromperem na gengiva provocam dor e forte necessidade do cão morder, e para isso e necessário algum objeto duro, motivo pelo qual os cães nessa idade procuram alguma coisa para isso, e habitando nossas casas , serão os objetos que lhes estejam acessíveis, tais como nossos chinelos, pés de mesa, etc !!! O que fazer nesse caso? 


Simplesmente fornecendo-lhes algo de consistência dura e firme, como um osso ou mesmo algum objeto de borracha, como fazemos com nossos bebes nessa fase, dando-lhes chupetas ou o clássico anel de borracha para ser mordido.
O dono do cão, com ele convivendo e assim tendo oportunidade de o observar dioturnamente, e a pessoa mais indicada para informar ao profissional Veterinário os hábitos do seu cão, e assim, orientar da melhor forma de corrigir esse habito da infância , que caso ano seja corrigido quando o cão e ainda jovem, dificilmente o será na idade adulta, pelo fato de na idade adulta quando não corrigido na infância, haver se tornado efetivamente habito !!!
Recomenda-se portanto aos proprietários de cães duas coisas:
  1. Observação de como o habito se instalou e as possíveis causas determinantes (alimentação, muda de dentes?)
  2. Quais os alimentos (ração) dados ao animal? E suas quantidades nas diferentes épocas de seu desenvolvimento?
Com essas informações um Veterinário competente tem os meios para o diagnóstico da causa, e correção (quando possível) do vicio.

 
 
Carmello Liberato Thadei
(Médico Veterinário)

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Controle Natalidade animais domésticos




Conforme a espécie doméstica animal considerada, muitas vezes torna-se necessário o controle da sua natalidade, daí haverem sido concebidos pelos veterinários, os diversos métodos anticoncepcionais existentes e em seguida detalhados.
Antes de tratar desses métodos, é necessário para ser bem compreendido, o conhecimento básico da anatomia e fisiologia dos órgãos reprodutores dos mamíferos, pois serão estes os animais considerados neste artigo.
Os animais mamíferos do sexo masculino possuem normalmente dois testículos, ambos alojados em uma bolsa denominada escrotal, ou simplesmente escroto , sendo referidos testículos responsáveis pela produção dos espermatozóides, que são as células sexuais masculinas que quando no ato da reprodução ao se juntarem aos óvulos das fêmeas, no chamado ato da fecundação, dão origem primeiro ao ovo e em seguida ao embrião e ao feto. Além dessa função reprodutiva, possuem ainda os mesmos testículos uma função chamada endócrina, ou seja, secretam também vários hormônios que jogados na corrente circulatória iräo agir no organismo do próprio animal, determinando-lhes as características próprias dos indivíduos do sexo masculino da referida espécie animal, além do ardor genésico.

Por sua vez, as fêmeas mamíferas também possuem como órgãos reprodutores dois ovários, situados próximos aos rins (que também são duplos), e alojados dentro de seu abdome. Cada um desses ovários, está ligado a través de um tubo sinuoso denominado trompa de Falópio ao útero, este por sua vez assumindo formas diversas conforme a espécie considerada de animal. Têm também esses mesmos ovários além da função de produzirem óvulos, que são as células sexuais femininas, também hormônios, estes últimos constituindo a chamada secreção interna ou endócrina, responsáveis pelas diferentes fases da própria procriação (denominado Ciclo Estral), além de determinantes das características sexuais secundárias femininas da própria fêmea.

Feitas essas considerações físico-fisiólogica-endócrinas, principalmente aquelas de ordem endócrina (hormonal), torna-se compreensível do porque de serem aqueles métodos contraceptivos que extirpam testículos ou ovários precocemente (antes do pleno desenvolvimento e maturidade do animal), serem também determinantes simultaneamente da abolição das características chamadas sexuais secundárias, tanto às fêmeas quanto aos machos. Tais chamados caracteres sexuais secundários determinam aquela anatomia que nos permite num simples observar mesmo a distância, podermos dizer tratar-se de um animal do sexo masculino ou feminino. De uma maneira geral os animais mamíferos machos quando adultos, além de terem porte maior, também possuem maior desenvolvimento torácico, isto naturalmente em relação às fêmeas da mesma espécie considerada. Já as fêmeas, além de serem menores no porte que os machos, ao invés do tórax têm no abdome seu maior desenvolvimento, além da própria cintura pélvica , constituída pelos ossos Íleo isquio e púbis lhes emprestar uma maior largura e altura que aquela cintura pélvica dos machos.

Voltando agora aos métodos anticoncepcionais objeto de nossas considerações, serão estes direcionados quer ao macho quer a fêmea, apenas por consideração didática.

I - MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS PARA O MACHO MAMÍFERO:
1 - CASTRAÇÃO DO MACHO ( ORQUIECTOMIA) - É o método mais conhecido e radical, realizado mediante operação cirúrgica que se constitui da retirada total de ambos os testículos. Obviamente, retirados ambos os testículos cessa a produção de espermatozóides e com isso impossibilitando a reprodução desse macho, porém, paralelamente também cessando a produção dos hormônios masculinos e dos fenômenos fisiológicos característicos do macho. Como já referido anteriormente, deve ser realizada quando necessária, quando o animal a ser esterilizado tiver já atingido completo desenvolvimento físico, ou seja tenha alcançado a sua fase adulta. Caso realizada quando o animal ainda jovem e em sua fase de crescimento, seu desenvolvimento físico ficará comprometido, perdendo o animal quando precocemente castrado as características físicas de um macho, assemelhando-se quando adulto a uma fêmea da mesma espécie, melhor dizendo, suas características morfológicas ficarão um meio termo entre as dois sexos dessa espécie. Como também frisado acima, para cessarem completamente tanto a produção de espermatozóides quanto hormônios sexuais masculinos devem ser extirpados ambos os testículos, pois a extirpação de apenas um deles não será suficiente para o fim almejado, já que o testículo que tenha sido preservado compensará essas produções exo-endócrinas daquele extirpado, não surtindo a operação a sua finalidade. Quanto as diferentes técnicas cirúrgicas existentes para essa operação, que são próprias para cada espécie animal, foge sua discussão ao caracter informativo geral deste artigo.

2 - LIGADURA OU RESSECÇÃO DO CANAL DEFERENTE - É chamado de canal deferente ao conduto anatômico que liga cada um dos dois testículos ao exterior ou uretra. São estas operações acima citadas, técnicas cirúrgicas parecidas, sendo que a primeira (Ligadura) determina oclusão desse canal excretor para os espermatozóides formados nos testículos, e a segunda (ressecção) na qual é retirado parte desse canal deferente, vêm também como a primeira, impedir que os espermatozóides que continuam a ser formados (Já que os testículos são preservados), possam esses espermatozóides serem levados para o exterior do organismo do macho, e por último aos órgãos sexuais da fêmea e assim cumprirem sua função reprodutora. Para cada espécie de animal existe uma técnica própria para essa cirurgia, já que a anatomia de cada espécie animal é também diferenciada, porém sua essência é a mesma: impedir a passagens dos espermatozóides dos testículos para os órgãos reprodutores femininos.

3 - ESMAGAMENT0 DO CANAL DEFERENTE - Esta é uma técnica cirúrgica criada por um veterinário Italiano (Burdizzo), que inclusive idealizou para essa técnica uma troques cirúrgica especial ( Denominada também de Burdizzo), que aplicada sem necessidade de incisão da pele, e no trajeto dos canais seminais, por simples compressão (esmagamento) desse canal determinará sua obstrução e conseqüente impedimento para passagens dos espermatozóides para o exterior, impedindo assim a concepção, além de causar atrofia testicular por interrupção da irrigação sangüínea do próprio órgão. É uma técnica muito empregada para castração de machos da espécie bovina destinados a engorda, tendo a vantagem de sua singeleza e rapidez sem necessidade inclusive de anestesia mesmo local. Para e engorda de bovinos do sexo masculino, sendo os animais assim operados quando jovens ainda, devido a atrofia que se processará sobre ambos os testículos, os assim chamados vitelos (machos castrados) assumirão características femininas, com suas carnes mais tenras que aquelas que teriam se machos inteiros, caracter altamente apreciável para essa produção cárnea.

4 - DESVIO DO PÊNIS - Consta esta de uma técnica cirúrgica muito empregada na criação de animais da espécie bovina, e destinada a dar origem aos chamados rufiões, ou sejam, animais que tem a função de apenas mostrarem na prática as fêmeas na fase do cio, sem contudo as inseminarem, já que nessas criações é praticada a chamada inseminação artificial. Consta essa técnica cirúrgica de simples desvio lateral do pênis (verga) dos animais destinados a rufiões, que têm por essa técnica cirúrgica seus pênis deslocados lateralmente o que lhes vem impedir que consigam no ato do salto sobre a fêmea no cio, venham a conseguir introduzir nas vias sexuais das fêmeas seu pênis e seus espermatozóides. Funcionam esses rufiões como simples indicadores das fêmeas na sua fase fértil (cio), e com isso possibilitando sejam as mesmas apartadas das demais do rebanho para serem inseminadas artificialmente. Esses chamados rufiões estão assim incapacitados de procriarem por não poderem depositar sua secreção espermática nas vias sexuais das fêmeas, apenas isso. Continuam os animais assim operados a ter sua função testicular endócrina, e com isso todas as características sexuais masculinas, inclusive ardor genésico, assim como a produção normal de espermatozóides, estes porém sem conseguirem atingir quando do salto para a pretendida cópula, o local adequado a fecundação.


II - MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS PARA A FÊMEA MAMÍFERA - Existem para as fêmeas mamíferas, também, diversos meios idealizados pelos veterinários, para a obtenção da infertilidade feminina, e com isso obtendo limitação da alta prolificidade desses Animais.

1 - OVARIOECTOMIA TOTAL - Também chamada de Castração, resumindo-se na retirada mediante técnica cirúrgica adequada, de ambos os ovários das fêmeas, e com isso impossibilitando-as a concepção e gestação. Em geral quando realizada essa operação de retirada dos ovários, são também concomitantemente retirados trompas e útero, já que com a ovariectomia perdem esses órgão complementares sua função precípua, e nesse caso a operação cirúrgica é denominada de ovario-salpinge-histeréctomia total. Para cada espécie de animal mamífero existem técnicas adequadas a sua realização, exigindo em geral seja o animal submetido a narcose ou anestesia, já que demandará a penetração das mãos ou utensílios cirúrgicos na cavidade abdominal do animal, para extirpação desses órgãos reprodutores. Quando realizada impedirá posterior retorno ao " estatus quo ", já que ainda não idealizado transplante para esses órgãos reprodutivos. Como acontece também com os machos a serem castrados, essa operação de castração de fêmeas, deve ser realizada quando o animal tenha atingido completo desenvolvimento físico, sob pena de haver interrupção ou anormalidades do desenvolvimento do animal castrado. A fêmea mamífera castrada, mesmo quando já adulta, perderá além do seu ardor genésico também a sua vivacidade , e com tendência mais linfática, passando a ser mais comilona e por isso engordando mais que se não tivesse sido castrada .Essas previsíveis ocorrências devem ser advertidas aos proprietários dos animais a serem castrados, sob pena dos mesmos virem posteriormente a reclamar pela falta dessas necessárias informações.

2 - LIGADURA DE TROMPAS - Resume-se essa operação cirúrgica a ligadura de ambas as Trompas de Falópio, e com isso obstrução conseqüente desse trajeto para o óvulo gerado nos ovários, resultando na impossibilidade dos óvulos formados virem a ser fecundados e numa prenhez. O animal assim operado continuará a ter ambas as funções (endócrina e exócrina), não havendo portanto qualquer alteração quer psíquica quer física do mesmo, apenas dando como resultado a impossibilidade do mesmo vir a ser fecundado e conseqüente prenhez.

3 - RESSECÇÃO DE TROMPAS - Nesta operação, em que ambas as Trompas de Falópio são objeto da cirurgia, executa o cirurgião apenas a rececção (retirada parcial de uma porção) desse órgão de ligação dos ovários ao útero, do que resulta como na cirurgia anterior, da impossibilidade dos óvulos gerados penetrarem no útero para virem a ser posteriormente fecundados e resultar disso uma prenhez. Também como na operação anterior, mantém os animais a ela submetidos, suas funções endócrinas e exócrinas, e também, igualmente, resultando em qualquer alteração - o tanto psíquica quanto física desses animais.

4 - MEDICAMENTOS ANTICONCEPCIONAIS - Existem no mercado de medicamentos veterinários, como acontece também com aquele voltado a medicina humana, medicamentos com ação anticoncepcional, por interferirem no ciclo Estral das fêmeas de animais mamíferos, e com isso impedindo ou dificultando a concepção e conseqüente parto. No entretanto, cabe ser ressaltado que esses medicamentos veterinários anticoncepcionais, tem indicação apenas a determinadas espécies, não servindo indistintamente a qualquer animal de qualquer espécie zoológica, pelo fato do Ciclo Estral ser característico para cada espécie zoológica, e em alguns casos mesmo a uma determinada raça determinada. Este é portanto um capítulo a parte, que será objeto futuro de nossas conjecturas.



Dr. Carmello Liberato Thadei
Médico veterinário

Cães vestidos - uns têm graça outros ... coitados ... que lhes fazem


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Brinquedos para cães - eles adoram


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LINDO

Comovente historia do cachorro que esperou 11 anos pelo seu dono no mesmo lugar