Coleiras Vermelhas: Diga não à Crueldade na luta contra a Raiva.

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Peixe Dourado

A partir de exemplares selvagens de coloração marrom o Carassius Auratus, os chineses e japoneses através de variedades e seleção genéticas desenvolveram exemplares das mais diversificadas  no corpo , coloração , nadadeiras,  e acabaram se espalhando pelo mundo todo. O peixe Japonês ou Peixe Dourado ou Gold Fish,  vive em águas frias, se alimentam facilmente de rações, e é o peixe mais popular no mundo todo. A resistência deste peixe é muito grande , aceita grandes variações de temperatura. O Peixe dourado deve viver em um aquário de grande movimentação de água, pois é muito exigente em oxigenação. É um peixe que vive procurando alimento no fundo do aquário fazendo que a água do aquário fique facilmente suja. Para sanar este problema devemos usar filtros com uma boa capacidade de circulação.





Cometa                                                      Comum                                                    Veu




Veu                                                          Oranda                                                    Telescópio
A reprodução: A reprodução dos Peixes Dourados não é muito difícil, a fêmea desova de 2 a 5 vezes ao ano. Tanto a fêmea  quanto o macho deve ter no mínimo  de 2 a 3 anos de idade.  A temperatura ideal  para o acasalamento é de 18 graus. O macho persegue a fêmea  intensamente, a desova ocorre pela manhã . Cerca de 500 ovos são depositados e dura cerca de 2 a 3 horas. Logo após a desova os ovos devem ser retirados para que os pais não se alimentem deles. O ovos devem ser transferidos para um aquário com as mesmas características e com a mesma água de onde ocorreu a desova.  A eclosão ocorre 4 dias depois, em uma temperatura de 22 graus que deve ser corrigida gradualmente. Após 2 dias, a natação livre dos alevinos acontece e devem ser alimentados imediatamente com Nauplius de Artemias ou Dafnias vivas. Depois do Trigésimo dia do nascimento, pode ser oferecido junto com as Artemias, rações especiais para alevinos. A diferença de sexo , ao contrário que muitos pensam, não é pelas nadadeiras. O método mais conveniente para a  diferenciação esta nos esporos ou espinhos brancos na superfície do opérculo ou pelo orifício uro-genital que se apresenta em uma forma triangular estreita. Estes dois métodos confirma um exemplar macho.
 

Corydora



Existem mais de 150 espécies que pertencem ao gênero  Corydora, vivendo nos rios e ribeiros da Amazônia, sendo a sua esperança de vida de 8 a 10 anos aproximadamente.

O corpo encurvado e couraçado das Corydoras é constituído por placas articuladas. As Corydoras atingem  facilmente 4 a 6 cm, em aquário. Possuem uma barbatana adiposa, a semelhança dos Caracídeos. As  barbatanas peitorais e a dorsal apresentam espinhos nas suas extremidades. As Corydoras estão, deste  modo, devidamente protegidas contra o ataque de eventuais predadores. Por isso, cuidado com os dedos.  O ideal para começar é colocar um grupo de 6 a 8 Corydoras, todas da mesma espécie, num aquário de  100 litros aproximadamente, com um vidro frontal de grande comprimento, pois estes peixes são bons  nadadores. Dentro do gênero Corydora, existem várias espécies que se adaptam facilmente ao aquário:  Corydora panda, C. adolfoi, C. barbatus, C. aeneus, C. paleatus, etc. Na natureza, as Corydoras evoluem em diferentes cursos de água de regiões tropicais da América do Sul,  desde o Peru até a Venezuela, passando pela Bolívia. Os seus locais de predileção são as ramificações  mortas da Amazônia, os leitos pouco profundos dos rios e a tranqüilidade de alguns riachos.  A sua boca orientada em direção ao solo é uma das características das Corydoras. Elas Corydoras absorvem o oxigênio, utilizando-o nos seus intestinos. Trata-se, de certa  forma,  uma respiração intestinal. O oxigênio aspirado à superfície da água entra no sangue através dos  vasos sangüíneos existentes nas paredes do intestino. Não podemos com isto concluir que este peixe  possa sobreviver numa água pobre em oxigênio. A alimentação deve ser de boa qualidade, pois estes peixes devido à sua vivacidade necessitam de uma  alimentação cuidada e distribuída várias vezes ao dia. Não nos podemos esquecer do feitio da sua boca e  por isso, a alimentação deverá ser adaptadaao seu caso. Servem-se dos barbilhões que possuem nos  cantos da boca para detectar a comida por entre os detritos e os interstícios da areia e só quando estão em cima dela é que a detectam, através do olfato. Sempre que procuram comida, o seu corpo eleva-se  ligeiramente acima do solo, enterrando-se na areia até as barbatanas peitorais.
As fêmeas distinguem-se facilmente por serem maiores que os machos e mais roliças, e os machos por terem as barbatanas ventrais mais pontiagudas. Existem relatos de exito em cativeiros, mas sua reprodução é muito dificil.

Peixe Gato e Peixe Limpa-vidros


O Peixe Gato tem seu corpo complemente transparente, pois assim como várias outras espécies, o Peixe Gato não possui a membrana interna que recobre e dá coloração ao seu Corpo. Também chamado de Peixe Vidro  por alguns lojistas.. Seus barbilhos longos caracterizam este peixe sendo como peixe gato Muito suscetível a doenças como o Ictio e Fungos este peixe é muito exigente a qualidade e da água nos aspecto de Compostos Nitrogenados.  Exige-se também que a temperatura da água seja constante sem que haja nenhum tipo de variação brusca. Sua alimentação predileta é a Daphnia, mas pode-se oferecer alimentos congelados ou desidratados.  É um peixe muito calmo e muito tímido, portanto devemos ter calma para que se acostume no seu novo lar.  Em aquários atinge 10 cm. Nada pode-se afirmar quanto a distinção dos sexo deste peixe e principalmente noticias sobre sua reprodução em aquários.











 
O Limpa Vidros "Otocinclus Vestitus" é uma espécie extremamente tranquila e inofensiva, necessário para a limpeza das algas existentes nos vidros. Colocando em uso sua boca, que funciona como uma ventosa ele passa a sugar e raspar o alimento. A espécie também se alimenta de restos de comida no substrato do aquário, mas a alimentação preferida e principal são as algas.
Suas nadadeiras peitorais possuem pequenos espinhos que são acionados ao menor sinal de perigo, mas não causando danos nenhum a outras espécies.
O limpa - vidros deve ser inserido ao aquário quando já possuir algumas algas, caso contrário,  ele poderá morrer, já que sua alimentação principal são as algas. Esta loricária poderá permanecer horas e horas imóvel, grudado no vidro, sem que isso signifique algum sintoma de doença, já que, a espécie tem este habito. Devemos adquirir pelo menos duas a tres exemplares da espécie, pois não gostam de ficar sozinho.
Quanto a sua reprodução, nada se sabe a respeito, não existem registros de criadores sobre a forma de reprodução em cativeiro. Também não existem diferenças externas em seu corpo para a diferenciar seu sexo. 

Beijador

 
 
Este Anabantideo (Helostoma rudolfi) originário da  Tailândia é um peixe com uma característica diferente e rara, pois tem o habito de beijar, contrair as mandíbulas e para medir forças com seus companheiros. O beijador deve ser criado em aquários acima de 50 litros e vive em grupos acima de três. Os Beijadores podem atingir tamanhos acima de 15 cm em aquários. Sua alimentação não é exigente, pois aceitam facilmente rações e também alimentos vivos e desidratados.  O beijador pode se tornar agressivo , assim como o Tricogaster, se ele não se adaptar com outras espécies, com certeza pode perturbar. Apesar deste comportamento agressivo ser raro, desde que as condições para ele sejam boas, é bom sempre cuidar com o tamanho dos peixes que ira conviver com o Beijador. Conviver com outros Anabantideos seria o ideal.  As doenças que podem facilmente atacar este animal são as nadadeiras comidas e o Ictio. A reprodução deste animal é muito difícil, ao contrario dos outros peixes da sua família, este anabantideo não chega a uma maturidade sexual em aquários.
 

Disco



O disco é originário da região norte do Brasil, de águas acidas com PH de 6.0 a 6.8 , dependendo da região, com uma temperatura de 28 a 32 graus. Procure inserir um termostato de precisão em seu aquário, para evitar oscilações de temperaturas . Quando recém introduzidos ao novo aquário, poderemos elevar a temperatura para aumentar o metabolismo, assim terá mais fome e se alimentará mais rapidamente. O disco demora a se alimentar e se adaptar em uma nova morada. Este peixe é considerado de delicada criação e aconselhada a aquaristas experientes pois é extremamente sensível a águas poluídas com toxinas, Amônia e Nitritos. As trocas parciais deverão ser feitas periodicamente na proporção de no mínimo 10% a cada 10 dias. Estas exigências deverão ser cumpridas a risca pelo aquarista. A amônia sendo tóxica e o Disco sendo altamente sensível a ela, normalmente é a maior responsável pelas mortes destes peixes. Os sintomas de Discos doentes pela Amônia é a coloração escura, respiração ofegante, barbatanas constantemente fechadas e corroídas. Se o Disco parar de se alimentar, com certeza a probabilidade de morte será maior. Na constatação de amônia (> 0.5 ppm) realizada por testes específicos, o aquarista deve trocar 20% da água do aquário, para baixar o nível. Poderemos também usar produtos específicos aplicáveis ao filtro externo(mecânico), para que os níveis de amônia possam reduzir. Lembrando que quando a alimentação não for excessiva e os filtros biológicos estiverem funcionando corretamente esta toxina não estará presente no aquário.

A compra de casais para a Reprodução:
Acho muito difícil algum lojista oferecer um casal de discos com promessas de reprodução e a garantia que está reproduzindo, a não ser que você obtenha de amigos e que já conheça bem o casal e a causa de se desfazer dos discos, acho melhor realmente obter alguns discos juvenis e observa-los ao longo de sua maturidade que chegará após 12 meses, para ai sim, tentar o acasalamento e sua criação. Para a distinção dos sexos existem muitas maneiras, acredito sim que são mais lendas que bases científicas, pois os discos não apresentam características externas que se possa fazer a distinção dos sexos. Por mais que grandes pesquisadores e aquaristas insistam em dizer que o macho é maior que a fêmea, que as nadadeiras dorsais são diferentes nas fêmeas etc... Será muito, muito difícil chegar em uma loja e em poucos minutos da compra, afirmar baseado em ‘nada’ que aquele disco é um Macho ou uma Fêmea. Para podermos ter uma grande chance de comprar casais ou um, que seja, devemos montar nosso grupo e obter 7 espécies, depois que possível mais uns tres ou quatro, claro que podemos levar sorte e obter um casal na primeira compra... Quando notarmos que no grupo , já na fase adulta, duplas de disco nadam e ficam juntos afastando os outros perto deles, significa que são casais e estão acasalando e jamais devem ser separados. O casal se corteja , o macho persegue a fêmea empurrando-a levemente pelo ventre e fica claro que a desova vai acontecer.
Aquário para Reprodução:
Aquário para a reprodução deve ter no mínimo uns 70 litros não passando de 150 litros. Nada de decoração apenas equipamentos obrigatórios como aquecedor , e o sistema de filtragem biológica, nada de filtros potentes, nada de ‘maremotos ‘ apenas uma circulação suficiente, para o tamanho do aquário. O único equipamento diferente usado é um cone de pvc, ou até um tubo para que a fêmea possa desovar.
A desova :
Após o acasalamento, o casal faz os preparativos para a desova da fêmea, limpando o substrato, o cone , como todos os ciclideos, realizam a limpeza com a boca, devemos prender o cone bem firme para que na limpeza não seja arrastada, também para que na hora da desova o substrato não se mexa, já que lá é o local onde os ovos vão ficar aderidos. Trocas parciais em alguns períodos pode trazer efeitos benéficos de aceleração para a desova. A fêmea pode realizar alguns treinos, como encostar o ventre no substrato. Os discos geralmente desovam no final da tarde, de 50 a 250 ovos, o macho fica encarregado de fecundar os ovos. Neste momento não devem ser molestados e o aquarista deve observar longe do aquário para não distrai-los e para não se sentirem ameaçados, pois podem comer seus próprios ovos ou não fertilizarem. Após a desova o macho fica ainda algum tempo para fertiliza-los, se bem que, a fertilização deve ser feita em alguns instantes após a desova, caso contrário os ovos não fertilizados irão gorar. Os ovos mantém um aspecto amarelado, meio transparente e os ovos gorados, ou seja, não fertilizados, com um aspecto branco leitoso.
O desenvolvimento e Alimentação
Os ovos demoram em média 60 horas para eclodirem , em uma temperatura de 29 graus, com 30 horas podemos observar pontos pretos que significa que o desenvolvimento está normal . O casal fica o tempo todo cuidando e oxigenando com suas barbatanas, para que os ovos não corram o risco de ficarem gorados. O casal se reveza neste procedimento. Enquanto um oxigena o outro deve cuidar da área contra supostas ameaças. Devemos manter uma luz fraca durante a noite para que os pais possam observar os ovos. Na eclosão, observamos a cauda das larvas já no exterior do ovo e nesse momento os pais ajudam com a boca para que eles se soltem totalmente , arremessando-os novamente ao substrato. As larvas então ficam grudadas pelo seu saco vitelino no substrato. Após 3 dias perdem por completo o saco vitelino e nadam em grupos para todo o lado do aquário. Caso estejam em um aquário comunitário ou com outros Discos presentes, devem ser retirados imediatamente com auxilio de uma mangueirinha, sugando-os para uma aquário de 15 a 20 litros. Se isso não for feito, os outros peixes vão se alimentar das larvas. É ponto crucial a sua alimentação, náupios de ARTEMIAS recém eclodidas, que deve ser oferecida no máximo em 24 horas após a perda total do saco vitelino que até então, era seu alimento. Caso o aquário seja de reprodução citado acima, devemos deixa-los no mesmo aquário . Eles vão procurar o muco da pele dos pais para se alimentar. Durante alguns dias este procedimento é valido sem que necessite de nenhuma intervenção do aquarista, mas quando maiores, os aquaristas devem alimenta-los durante uns 20 dias com náuplios de ARTEMIAS recém eclodidas , mesmo que ainda estejam se alimentando do muco da pele dos pais. Após 1 mês podemos alimenta-los com rações especiais para alevinos. Esperamos que tenham sorte e só a prática realmente vai fazer que o aprendizado seja intensificado.

Espada

Sua cauda longa e pontiaguda, sua coloração geralmente vermelha faz que este peixe seja muito conhecido. O Xiphophorus Helleri  tem sua coloração  verde pois ainda na fase selvagem. Peixe geralmente pacifico, mas dependendo do seu habitat  pode se tornar meio agressivo. O espada é suscetível a doenças de pele como o oodium e alguns parasitas sendo o mais comum o Ictio. Esse peixe pode viver com platys até o ponto de se acasalarem, e reproduzirem. Apesar de viver em temperaturas mais baixas(20 graus), NUNCA deve permanecer em temperaturas abaixo de 25 graus, pois pode ficar facilmente doente e se alimentar pouco. Sempre devemos usar uma regra básica; para cada macho três fêmeas, pois eles adoram correr atras delas para "Namorar" e acabam estressando-as. Sua alimentação não é muito exigente, podemos alimenta-lo com ração na fase adulta, mas sempre procure as melhores. Sendo um Poecilideo, sua reprodução é parecida com os Guppys e Molinésias, porem devemos separar  os pais assim que a fêmea der "a luz" pois certamente vão se alimentar dos filhotes. O Macho difere da fêmea pela sua cauda longa e pontiaguda.
 

Platis






Os platis  são peixes pacíficos e não necessitam  de muitas exigências, muito reprodutivos e belos.
Aquaristas e cientistas garantem  que  são milhares as variações de cores dos Platis,  Estes peixes tem uma facilidade em adquirir Tuberculose e Ictio, não gostam de variações de temperatura.  A cor mais encontrada é  vermelho sangue , com manchas pretas.  São parecidos com as Molinesias em seu formato. Quanto a sua alimentação,  gostam mais de rações em flocos,  além da alimentação viva como as Artemias. Podem chagar a medir 6 centímetros em aquários. Quanto a sua reprodução devemos acrescentar que é muito parecida com as Molinésias, devemos apenas deixar um macho para cada 3 fêmeas. Podem dar cria a mais de 35 filhotes a cada 40 dias e o aquário deve estar com plantas em abundância pois os Platys podem se alimentar de sua cria. Artemias vivas (nauplius)  é a alimentação indicada para os filhotes nos primeiros dias,  logo depois , devem ser  alimentados com ração especial para alevinos. Esta espécie sofre vários estudos científicos no que se refere a sua genética, talvez o motivo de tantas  variações de cores.  Indicado para aquaristas menos experientes, o Plati é facilmente domesticável, pois facilmente se alimenta na mão do aquarista.
 

Guppy

O Guppy é extremamente pacifico, são de nado lento, com corpo pequeno e uma cauda linda, muito encontrado na Bacia Amazônica, não muito exigente quanto a alimentação,  porém deve ser de boa qualidade.   Os Guppys  devem  ser criados sozinhos em aquários, não recomendado em aquários comunitários. É um peixe muito vulnerável a  ser atacado  rotineiramente por outros peixes, mesmo  que pequenos  ou de menor porte,  pela lentidão de seus movimentos e da  cauda grande. A variação de temperatura não deve existir, portanto adquira termostatos de boa qualidade.  Sua reprodução é fácil, o macho procura a fêmea  a todo o momento, então deve-se adquirir 3 fêmeas para cada macho.  Após o acasalamento, a fêmea começara a ficar barriguda e após 40 dias no máximo ela "dará  a luz", de 50 a 80 filhotes que já estarão aptos a nadar e a se alimentar horas depois do parto da  fêmea. Devemos oferecer aos filhotes nauplius de artemias   que    podem  ser inseridos no aquário.     Os filhotes também se alimentam de rações para alevinos. O aquário deve ser bem plantado   de   forma   que os filhotes possam se refugiar e se esconder nos primeiros dias dos próprios pais, já que podem tentar atacar sua cria. Na  terceira  a quarta  semana já  se pode distinguir  os machos das  fêmeas pela  coloração  em seu corpo  e cauda.
 








LINDO

Comovente historia do cachorro que esperou 11 anos pelo seu dono no mesmo lugar