Coleiras Vermelhas: Diga não à Crueldade na luta contra a Raiva.

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Os Gatos gostam mais de dormir do que de música


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COMO EVITAR CONSTIPAÇÃO NOS NOSSOS ANIMAIS



 Os animais domésticos também ficam mais gripados no inverno e, por isso, os donos devem ficar atentos aos sintomas das dornças respiratórias, que podem evoluir para uma pneumonia e matar.
“Tanto os cães quanto os gatos estão mais predispostos a apresentar doenças respiratórias virais, especialmente os filhotes e, em alguns casos, podem ocorrer infecções bacterianas secundárias, com o desenvolvimento de pneumonia, que pode levar à morte”, afirma a professora Sílvia Regina Ricci Lucas, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP). Se o animal apresentar sintomas como tosses, espirros, febre, ausência de apetite e falta de disposição por mais de dois dias, os donos devem levá-lo ao veterinário.
Os agentes causadores da gripe em cachorros e gatos são diferentes dos que atacam as pessoas. Nos cães, a infecção respiratória mais comum é a traqueobronquite (tosse dos canis ou gripe canina). Entre os agentes causadores estão o vírus parainfluenza e a bactéria Bordetella bronchiseptica. A veterinária Marcia Lembo afirma que a doença é transmitida com facilidade de focinho para focinho. “Se entre dez cães houver um com a tosse canina, os outros vão pegar”, diz. Por isso, Marcia orienta os donos dos cachorros a evitar passear em praças com aglomerações dos animais e nos horários mais movimentados. Há outras doenças que comprometem as vias respiratórias dos cães como a cinomose (paramixovírus) e a hepatite infecciosa canina (adenovírus). “Além disso, os cães podem apresentar quadros respiratórios alérgicos que também se manifestam com tosse e, nessa época do ano, com a diminuição da umidade relativa do ar, tornam-se mais suscetíveis a complicações como pneumonias”, afirma Sílvia Ricci.
Marcia afirma que os gatos normalmente têm rinotraqueíte. “Estando o animal vacinado, a recomendação é evitar corrente de ar, choque térmico na saída do banho, por exemplo”, diz. A doença pode apresentar sintomas leves até quadros mais graves. “Os quadros mais graves podem ainda ser complicados pela infecção concomitante com outros vírus como o da leucemia felina e o da imunodeficiência felina (duas viroses que levam a quadros de imunodeficiência adquirida)”, diz Sílvia Ricci.
Para tratar a gripe podem ser indicados simplesmente repouso acompanhado da ingestão de vitaminas, antibióticos e até uma internação.
Gripe suína
Segundo a veterinária Marcia Lembo, neste ano, com as notícias sobre a gripe suína alguns clientes chegaram a perguntar se os bichos também poderiam contrair a doença.
Cães e gatos não correm esse risco. Os donos de ferrets (os furões), entretanto, devem tomar alguns cuidados com a nova gripe. Esses animais também são afetados pelo vírus Influenza do tipo A. “Quem tiver qualquer tipo de problema respiratório deve evitar chegar perto do furão”, diz Marcia, que tem dois 
ferrets. Não se deve tossir ou espirrar em cima desses bichos e os proprietários devem lavar as mãos várias vezes ao dia.
“Os ferrets são suscetíveis aos mesmos tipos de gripe que as pessoas e podem tanto adquirir a doença em contato com uma pessoa doente quanto transmiti-la”, afirma Sílvia Ricci. Ela diz que ainda não há relatos de infecção natural dos furões pelo vírus da gripe suína, mas experimentos em laboratório demonstraram que o H1N1 atinge vias respiratórias superiores e inferiores (pulmão e brônquios) dos animais e é um pouco mais patogênico do que outros tipos de Influenza.
Veja como prevenir as doenças respiratórias dos animais:
Sintomas
Tosse, espirros, secreção nasal e ocular que varia de serosa (aquosa) a mucopurulenta (espessa, amarelada), olhos avermelhados, diminuição do apetite, febre e prostração.
Prevenção
- Deixar os animais, principalmente os cães de grande porte, em locais protegidos nos dias mais frios, especialmente durante a noite;
- Vacinação com acompanhamento profissional, para que o veterinário avalie a necessidade das vacinas e o intervalo entre as aplicações;
- Utensílios como comedouros e bebedouros devem ser individuais;
- Lavar as mãos após o trato de cada animal;
- Banhos apenas quando necessário (nos horários mais quentes do dia, com água morna e secagem com secador);
- Em canis e gatis, animais com secreções oculares, nasais e espirros devem ser isolados dos sadios e tratados até sua completa recuperação.
Fontes: professora Sílvia Regina Ricci Lucas (USP) e veterinária Marcia Lembo

RETIRADO DE:  Revista Época

A VIDA CUSTA


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Controle Natalidade animais domésticos




Conforme a espécie doméstica animal considerada, muitas vezes torna-se necessário o controle da sua natalidade, daí haverem sido concebidos pelos veterinários, os diversos métodos anticoncepcionais existentes e em seguida detalhados.
Antes de tratar desses métodos, é necessário para ser bem compreendido, o conhecimento básico da anatomia e fisiologia dos órgãos reprodutores dos mamíferos, pois serão estes os animais considerados neste artigo.
Os animais mamíferos do sexo masculino possuem normalmente dois testículos, ambos alojados em uma bolsa denominada escrotal, ou simplesmente escroto , sendo referidos testículos responsáveis pela produção dos espermatozóides, que são as células sexuais masculinas que quando no ato da reprodução ao se juntarem aos óvulos das fêmeas, no chamado ato da fecundação, dão origem primeiro ao ovo e em seguida ao embrião e ao feto. Além dessa função reprodutiva, possuem ainda os mesmos testículos uma função chamada endócrina, ou seja, secretam também vários hormônios que jogados na corrente circulatória iräo agir no organismo do próprio animal, determinando-lhes as características próprias dos indivíduos do sexo masculino da referida espécie animal, além do ardor genésico.

Por sua vez, as fêmeas mamíferas também possuem como órgãos reprodutores dois ovários, situados próximos aos rins (que também são duplos), e alojados dentro de seu abdome. Cada um desses ovários, está ligado a través de um tubo sinuoso denominado trompa de Falópio ao útero, este por sua vez assumindo formas diversas conforme a espécie considerada de animal. Têm também esses mesmos ovários além da função de produzirem óvulos, que são as células sexuais femininas, também hormônios, estes últimos constituindo a chamada secreção interna ou endócrina, responsáveis pelas diferentes fases da própria procriação (denominado Ciclo Estral), além de determinantes das características sexuais secundárias femininas da própria fêmea.

Feitas essas considerações físico-fisiólogica-endócrinas, principalmente aquelas de ordem endócrina (hormonal), torna-se compreensível do porque de serem aqueles métodos contraceptivos que extirpam testículos ou ovários precocemente (antes do pleno desenvolvimento e maturidade do animal), serem também determinantes simultaneamente da abolição das características chamadas sexuais secundárias, tanto às fêmeas quanto aos machos. Tais chamados caracteres sexuais secundários determinam aquela anatomia que nos permite num simples observar mesmo a distância, podermos dizer tratar-se de um animal do sexo masculino ou feminino. De uma maneira geral os animais mamíferos machos quando adultos, além de terem porte maior, também possuem maior desenvolvimento torácico, isto naturalmente em relação às fêmeas da mesma espécie considerada. Já as fêmeas, além de serem menores no porte que os machos, ao invés do tórax têm no abdome seu maior desenvolvimento, além da própria cintura pélvica , constituída pelos ossos Íleo isquio e púbis lhes emprestar uma maior largura e altura que aquela cintura pélvica dos machos.

Voltando agora aos métodos anticoncepcionais objeto de nossas considerações, serão estes direcionados quer ao macho quer a fêmea, apenas por consideração didática.

I - MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS PARA O MACHO MAMÍFERO:
1 - CASTRAÇÃO DO MACHO ( ORQUIECTOMIA) - É o método mais conhecido e radical, realizado mediante operação cirúrgica que se constitui da retirada total de ambos os testículos. Obviamente, retirados ambos os testículos cessa a produção de espermatozóides e com isso impossibilitando a reprodução desse macho, porém, paralelamente também cessando a produção dos hormônios masculinos e dos fenômenos fisiológicos característicos do macho. Como já referido anteriormente, deve ser realizada quando necessária, quando o animal a ser esterilizado tiver já atingido completo desenvolvimento físico, ou seja tenha alcançado a sua fase adulta. Caso realizada quando o animal ainda jovem e em sua fase de crescimento, seu desenvolvimento físico ficará comprometido, perdendo o animal quando precocemente castrado as características físicas de um macho, assemelhando-se quando adulto a uma fêmea da mesma espécie, melhor dizendo, suas características morfológicas ficarão um meio termo entre as dois sexos dessa espécie. Como também frisado acima, para cessarem completamente tanto a produção de espermatozóides quanto hormônios sexuais masculinos devem ser extirpados ambos os testículos, pois a extirpação de apenas um deles não será suficiente para o fim almejado, já que o testículo que tenha sido preservado compensará essas produções exo-endócrinas daquele extirpado, não surtindo a operação a sua finalidade. Quanto as diferentes técnicas cirúrgicas existentes para essa operação, que são próprias para cada espécie animal, foge sua discussão ao caracter informativo geral deste artigo.

2 - LIGADURA OU RESSECÇÃO DO CANAL DEFERENTE - É chamado de canal deferente ao conduto anatômico que liga cada um dos dois testículos ao exterior ou uretra. São estas operações acima citadas, técnicas cirúrgicas parecidas, sendo que a primeira (Ligadura) determina oclusão desse canal excretor para os espermatozóides formados nos testículos, e a segunda (ressecção) na qual é retirado parte desse canal deferente, vêm também como a primeira, impedir que os espermatozóides que continuam a ser formados (Já que os testículos são preservados), possam esses espermatozóides serem levados para o exterior do organismo do macho, e por último aos órgãos sexuais da fêmea e assim cumprirem sua função reprodutora. Para cada espécie de animal existe uma técnica própria para essa cirurgia, já que a anatomia de cada espécie animal é também diferenciada, porém sua essência é a mesma: impedir a passagens dos espermatozóides dos testículos para os órgãos reprodutores femininos.

3 - ESMAGAMENT0 DO CANAL DEFERENTE - Esta é uma técnica cirúrgica criada por um veterinário Italiano (Burdizzo), que inclusive idealizou para essa técnica uma troques cirúrgica especial ( Denominada também de Burdizzo), que aplicada sem necessidade de incisão da pele, e no trajeto dos canais seminais, por simples compressão (esmagamento) desse canal determinará sua obstrução e conseqüente impedimento para passagens dos espermatozóides para o exterior, impedindo assim a concepção, além de causar atrofia testicular por interrupção da irrigação sangüínea do próprio órgão. É uma técnica muito empregada para castração de machos da espécie bovina destinados a engorda, tendo a vantagem de sua singeleza e rapidez sem necessidade inclusive de anestesia mesmo local. Para e engorda de bovinos do sexo masculino, sendo os animais assim operados quando jovens ainda, devido a atrofia que se processará sobre ambos os testículos, os assim chamados vitelos (machos castrados) assumirão características femininas, com suas carnes mais tenras que aquelas que teriam se machos inteiros, caracter altamente apreciável para essa produção cárnea.

4 - DESVIO DO PÊNIS - Consta esta de uma técnica cirúrgica muito empregada na criação de animais da espécie bovina, e destinada a dar origem aos chamados rufiões, ou sejam, animais que tem a função de apenas mostrarem na prática as fêmeas na fase do cio, sem contudo as inseminarem, já que nessas criações é praticada a chamada inseminação artificial. Consta essa técnica cirúrgica de simples desvio lateral do pênis (verga) dos animais destinados a rufiões, que têm por essa técnica cirúrgica seus pênis deslocados lateralmente o que lhes vem impedir que consigam no ato do salto sobre a fêmea no cio, venham a conseguir introduzir nas vias sexuais das fêmeas seu pênis e seus espermatozóides. Funcionam esses rufiões como simples indicadores das fêmeas na sua fase fértil (cio), e com isso possibilitando sejam as mesmas apartadas das demais do rebanho para serem inseminadas artificialmente. Esses chamados rufiões estão assim incapacitados de procriarem por não poderem depositar sua secreção espermática nas vias sexuais das fêmeas, apenas isso. Continuam os animais assim operados a ter sua função testicular endócrina, e com isso todas as características sexuais masculinas, inclusive ardor genésico, assim como a produção normal de espermatozóides, estes porém sem conseguirem atingir quando do salto para a pretendida cópula, o local adequado a fecundação.


II - MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS PARA A FÊMEA MAMÍFERA - Existem para as fêmeas mamíferas, também, diversos meios idealizados pelos veterinários, para a obtenção da infertilidade feminina, e com isso obtendo limitação da alta prolificidade desses Animais.

1 - OVARIOECTOMIA TOTAL - Também chamada de Castração, resumindo-se na retirada mediante técnica cirúrgica adequada, de ambos os ovários das fêmeas, e com isso impossibilitando-as a concepção e gestação. Em geral quando realizada essa operação de retirada dos ovários, são também concomitantemente retirados trompas e útero, já que com a ovariectomia perdem esses órgão complementares sua função precípua, e nesse caso a operação cirúrgica é denominada de ovario-salpinge-histeréctomia total. Para cada espécie de animal mamífero existem técnicas adequadas a sua realização, exigindo em geral seja o animal submetido a narcose ou anestesia, já que demandará a penetração das mãos ou utensílios cirúrgicos na cavidade abdominal do animal, para extirpação desses órgãos reprodutores. Quando realizada impedirá posterior retorno ao " estatus quo ", já que ainda não idealizado transplante para esses órgãos reprodutivos. Como acontece também com os machos a serem castrados, essa operação de castração de fêmeas, deve ser realizada quando o animal tenha atingido completo desenvolvimento físico, sob pena de haver interrupção ou anormalidades do desenvolvimento do animal castrado. A fêmea mamífera castrada, mesmo quando já adulta, perderá além do seu ardor genésico também a sua vivacidade , e com tendência mais linfática, passando a ser mais comilona e por isso engordando mais que se não tivesse sido castrada .Essas previsíveis ocorrências devem ser advertidas aos proprietários dos animais a serem castrados, sob pena dos mesmos virem posteriormente a reclamar pela falta dessas necessárias informações.

2 - LIGADURA DE TROMPAS - Resume-se essa operação cirúrgica a ligadura de ambas as Trompas de Falópio, e com isso obstrução conseqüente desse trajeto para o óvulo gerado nos ovários, resultando na impossibilidade dos óvulos formados virem a ser fecundados e numa prenhez. O animal assim operado continuará a ter ambas as funções (endócrina e exócrina), não havendo portanto qualquer alteração quer psíquica quer física do mesmo, apenas dando como resultado a impossibilidade do mesmo vir a ser fecundado e conseqüente prenhez.

3 - RESSECÇÃO DE TROMPAS - Nesta operação, em que ambas as Trompas de Falópio são objeto da cirurgia, executa o cirurgião apenas a rececção (retirada parcial de uma porção) desse órgão de ligação dos ovários ao útero, do que resulta como na cirurgia anterior, da impossibilidade dos óvulos gerados penetrarem no útero para virem a ser posteriormente fecundados e resultar disso uma prenhez. Também como na operação anterior, mantém os animais a ela submetidos, suas funções endócrinas e exócrinas, e também, igualmente, resultando em qualquer alteração - o tanto psíquica quanto física desses animais.

4 - MEDICAMENTOS ANTICONCEPCIONAIS - Existem no mercado de medicamentos veterinários, como acontece também com aquele voltado a medicina humana, medicamentos com ação anticoncepcional, por interferirem no ciclo Estral das fêmeas de animais mamíferos, e com isso impedindo ou dificultando a concepção e conseqüente parto. No entretanto, cabe ser ressaltado que esses medicamentos veterinários anticoncepcionais, tem indicação apenas a determinadas espécies, não servindo indistintamente a qualquer animal de qualquer espécie zoológica, pelo fato do Ciclo Estral ser característico para cada espécie zoológica, e em alguns casos mesmo a uma determinada raça determinada. Este é portanto um capítulo a parte, que será objeto futuro de nossas conjecturas.



Dr. Carmello Liberato Thadei
Médico veterinário

Ciclo Reprodutivo em Gatas


Gatas são animais poliéstricos estacionais. Isto significa que seu cio depende da época do ano, geralmente na mais quente ( estacional, de estação ) e que tem vários períodos de cio nestas épocas (poliéstrica).

E ela é ovuladora induzida (só ovula quando cruza). Em humanos e em cães, o ovário, em determinada fase do ciclo reprodutivo, libera um ou mais óvulos; em
gatas, o óvulo só é liberado depois da monta (cruza). Se após a gata cruzar, o cio persistir, é porque não houve fecundação e a fêmea não está prenhe.
Em algumas fêmeas, basta uma cruza para se ter ovulação; em outras, são necessárias várias montas.
A duração e o que ocorre durante o ciclo depende de:
  • se a cruza ocorreu,
  • se houve ovulação,
  • se houve concepção,
  • se houve gestação,
  • se houve parição,
  • se houve lactação.
Os intervalos entre os ciclos duram em média 6 semanas em gatas que cruzam mas não ficaram prenhez.
  • Se sabe quando a fêmea está para entrar no cio, ou já está nele, quando ela se esfrega demais nas coisas e nas pessoas, e fica rolando no chão, fica mais carinhosa, começa a urinar mais, e as vezes urina em jatos para demarcar território, como os machos. Ela "chama" o macho, entorta a coluna com o rabo para cima, desvia a cauda para um dos lados, abaixa - se sobre os membros anteriores, dá passos rápidos com os membros posteriores e mostra desejo de cruzar. Pode haver perda de apetite. O macho é atraído tanto por seu comportamento , seu chamado, quanto pelo odor de sua urina.
  • A passagem da fase anterior para a fase do cio é rápida, podendo ser em 6 horas.
  • Gatos parecem ter pelo menos 2 ferormônios sexuais (substâncias que são excretadas por um animal e modificam o comportamento de outro) . A fêmea possui um que também induz ou auxilia na indução do cio de outras fêmeas (além da função de atrair machos). Então, num gatil, por exemplo, pode acontecer de várias gatas ficarem no cio ao mesmo tempo. O macho tem outro ferormônio, cujo odor também fazem algumas gatas entrarem no cio.
  • Seu cio é chamado de sazonal ou estacional por depender da época do ano para ocorrer (mais especificamente, depende da duração da luz do dia, que é mais longa em épocas quentes e mais curto no frio). O cio pode durar de 5 a 14 dias em épocas quentes, e em épocas menos quentes, de 1 a 6 dias.
  • A estação do ano em que o aparelho reprodutor da fêmea está em descanso também é regulada pela duração do dia.
  • Raças de pelo longo são menos governadas pela duração do dia do que as gatas de pelo curto (incluindo aí os gatos "vira latas").
  • Dentro de cada fase ocorrem 2 a 3 ciclos de 2 semanas. Cada cio dura de 2 a 7 dias ou mais.
Ciclo da gata:
  • ocorre o cio;
  • período de gestação de 58 a 72 dias ( média 63 );
  • parto;
  • período de lactação de 6 a 8 semanas;
  • cio depois de 2 a 4 semanas após o desmame.
O primeiro cio depois de uma gestação geralmente ocorre 8 dias após o desmame, em média 8 semanas após o parto.
Alguns relatam estro em até 7 a 10 dias após o parto.
O 1º estro ( cio ) é muito variável, dependendo da raça, idade, e época do ano que o animal nasceu. geralmente o primeiro é ao atingir um peso de 2,3 a 2,5 Kg ( geralmente aos 7 meses), mais pode ocorrer até aos 3 meses, ou em raças de pelo longo, até com 12 a 18 meses ( de 4 a 10 meses). O que é mais determinante nesses casos é a época do nascimento com relação a estação de acasalamento. Se o animal nasce 1 mês antes da época de calor, então ele só vai entrar no cio na época de calor seguinte.
A atividade reprodutiva pode ir até uns 14 anos, porém com o tempo o número de gatinhos por ninhada, e o próprio número de ninhadas começam a diminuir.
Os machos tem sua maturidade sexual aos 9 meses em média, com um peso aproximado de 3,5 Kg. Pode ocorrer aos 7 meses e aos 12- 18 meses, tem as mesmas variáveis das fêmeas. Antes disso, aos 4 meses, pode se ter simulação de cruza, mas a produção de espermatozóides só começa aos 5 meses.
É completamente contra-indicado fêmeas cruzarem no primeiro cio ( ideal é por volta dos 16 a 18 meses) e machos antes dos 12 a 13 meses.

Dra. Maria Thereza Cera Galvão do Amaral -

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GATOS raros de se ver por aí ....


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GATOS exemplares


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BANHO RELAXANTE - ATé eu relaxei

Factos e mitos acerca dos gatos















Existem certas crenças populares acerca dos nossos amigos felinos. Verdade? Mentira? Analisemos algumas deles:

O gato ronrona porque está contente


Falso. Certos gatos em sofrimento também ronronam. O ronronar indica uma disposição social amigável e pode ser dado como sinal para, por ex., um gato veterano, informando que certo gato com problemas tem necessidade de amizade, ou pode constituir um sinal para o dono, exprimindo o agradecimento pela amizade obtida. O ronronar traduz um comportamento infantil. Os gatinhos ronronam a partir da primeira semana de vida e isso indica à mãe que tudo está bem com a sua prole. Já nos gatos adultos isso traduz uma certa dependência do contacto entre os donos e os gatos.

Os gatos arranham o sofá por puro prazer


Verdadeiro. O gato arranha a superfície que ele entende que lhe dá boa chance de eliminar as unhas velhas, renovando as garras. Também o faz para marcar território, colocando aí “marcas de cheiro” imperceptíveis aos nossos precários narizes, visto que os felinos possuem glândulas odoríficas na parte inferior das patinhas. Quanto mais o gato usa essa superfície, mais é atraído a ela, pois possui o seu cheiro. O gato também arranha como forma de exercício, espreguiçando-se.

Os gatos são traiçoeiros: quando se oferecem de barriga, mordem quem lhes faz festas


Falso. O gato deita-se de costas oferecendo a barriga apenas a quem ele considera amigo íntimo. É como se o seu gato dissesse: “ eu mostro-te a minha barriga em demonstração da minha confiança em ti, por adoptar esta postura tão vulnerável na tua presença”. Mas uma coisa é mostrar, outra bem diferente é deixar acariciar! Nem sempre é seguro concluir que um gato nessa posição espera ser acariciado. Muitas vezes a resposta é uma violenta sapatada com as patas traseiras. A região abdominal é tão fortemente protegida que os gatos não apreciam contactos nessa zona. Por isso eles estabelecem um limite que os donos nem sempre entendem: podem ver, mas não devem tocar!

Os gatos adultos tacteiam o colo dos donos com as patas dianteiras confundindo o dono com a própria mãe


Verdadeiro. É deveras aborrecido quando o nosso gato salta para o nosso colo, tendo as unhas compridas, desata a “amassar-nos” com aquelas unhas, baba-se todo e nós ficamos com as pernas doridas e acabamos por mandá-lo para o chão! O pobre gato fica mesmo desapontado! Porquê? Na realidade ele julga que nós somos a mãe-humana dele. São esses os movimentos que ele tinha quando mamava na mãe, a fim de espremer o leite. O babar-se revela a atitude de mamar. Esta reminiscência de comportamento infantil deve-se ao facto que os gatos caseiros continuam a ser cuidados e alimentados por nós humanos, e o gato adulto permanece gatinho em muitos sentidos, encarando-nos como falsas mães. Não faça o gato infeliz! Corte-lhe as unhas e deixe-o “pisar o leite” no seu colo, coitado!

Os gatos enterram os excrementos porque são asseados


Falso. Em primeiro lugar é para eliminar o cheiro que exalam. Na realidade, se estivermos perante um gato dominante, ele NÃO ENTERRARÁ os seus excrementos, deixando-os bem à vista para marcar território. O facto dos nossos gatos enterrarem tão bem os excrementos revela o quanto eles se sentem subordinados em relação a nós. Acham-nos fisicamente mais fortes e sabem que controlamos o seu modo de vida (especialmente porque somos nós que lhes fornecemos o seu alimento). Quando um gato deixa as fezes por enterrar é sinal que algo está errado. Pode ser uma questão de auto-afirmação, dominância em relação a outro animal lá em casa ou pode ter aversão ao material absorvente que existe no caixote.

Os gatos cuidam do pêlo por uma questão de higiene


Verdadeiro. Mas não só. Realmente lamber o pêlo amacia-o, permite que ele seja uma capa de isolamento contra as intempéries, mas também ao molhar o pêlo, o gato refresca-se nos dias de maior calor. O gato também se lambe para aliviar o stress. Daí que gatos muito enervados se lambam compulsivamente. Este será um caso a ser visto pelo médico veterinário, se o gato se lamber tanto a ponto de ficar sem pêlo em certas zonas.

Os gatos também se lambem para ficar com o seu próprio cheiro, ou para eliminar outros cheiros que estejam no pêlo. É o caso do gato que vai lamber o pêlo depois dono lhe ter feito uma festa. O animal vai eliminar o cheiro da mão do dono, substituindo-o pelo cheiro da sua saliva. Os gatos lambem-se para estreitar o seu relacionamento social. Há que ter em atenção a formação das temidas bolas de pêlo no estômago. Fale com o veterinário acerca de uma pasta de malte para a sua eliminação.

Os gatos abanam a cauda quando estão zangados


Verdadeiro. O abanar a cauda reflecte um estado agudo de conflito mental. Colocado perante uma situação difícil em que o animal pode ter duas reacções possíveis, o gato fica quieto e abana a cauda. Quando uma decisão é tomada, acaba o conflito e a cauda fica quieta. Por exemplo, o gato está a ser acariciado. Não lhe apetece receber festas. Ele entra em conflito: ou morde para desencorajar o dono ou foge. A cauda começa a chicotear. Assim que resolve o problema, deixa de abanar a cauda.

Os gatos odeiam as portas


Verdadeiro. As portas são um entrave à vida social normal do gato! Por vezes o gato mia para sair de casa. Assim que sai, ao fim de 10 minutos já está a miar para voltar a entrar. Nada mais natural se entendermos o motivo. O gato quer inspeccionar as suas redondezas, recolher informações e avivar as marcas dele deixadas no seu território. Uma curta vistoria para cumprir com todos estes objectivos é o suficiente para pôr o bichano feliz. E é claro, ele não troca o conforto do lar pelo perigoso exterior!

Os gatos só vêm a preto e branco


Falso. Estudos recentes provaram que os gatos conseguem distinguir entre o vermelho e o verde, o vermelho e o azul, o vermelho e o cinzento, o verde e o azul, o azul e o cinzento, o amarelo e o azul e o amarelo e o cinzento. Mas seja como for, as cores não são tão importantes na vida dos gatos como são na nossa.

As gatas com o cio miam por que estão a sofrer


Falso. O miado constante bem como o acto de se rebolar constitui um comportamento sexual feminino felino normal. É preciso notar que os gatos em circunstâncias normais são silenciosos e até passam despercebidos. A sua comunicação depende muito de sinais olfactórios e não tanto de sons, tal como se passa nos cães. A fim de atrair os machos, as fêmeas em cio têm de adquirir posturas “anormais”, fazendo barulho, rebolando-se, exibindo-se, tudo para atrair os machos. O miado não envolve sofrimento nenhum, assim como qualquer fêmea de qualquer espécie animal com cio não sofre dores nenhumas.

Ter um gato reduz o stress e melhora a saúde do dono


Verdade. O contacto físico com um animal reduz bastante o stress dos donos. Basta acariciar um gato para de facto reduzir naturalmente a pressão arterial! Os benefícios para milhões de pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares é indescritível. De vez em quando alguns de nós ficamos feridos e traumatizados psicologicamente. Por vezes deixamos até de confiar nos seres humanos, de tantas decepções nos causarem... para estas pessoas, uma ligação com um gato pode proporcionar grandes recompensas, destruindo as suspeitas e sarando feridas antigas. Cuidar de um animal descontrai e até é usado como terapia em certas instituições de saúde que cada vez mais utilizam os animais como fonte de terapia e apoio psicológico a doentes internados.
 
 
Autor: Sofia Marques (médica veterinária): Animais e Companhia
 

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O leite é indicado para os animais de estimação?


Os cães e os gatos não têm as enzimas para dissolverem o açúcar do leite (a lactose) na sua digestão.

Se a lactose não desaparecer, ela permanecerá no intestino do animal, provocando posteriormente diarreia.
Alguns animais de estimação são tolerantes a quantidades pequenas deste liquido, outros nem isso.
O indicado é fornecer leite próprio para cães e gatos existentes no mercado.

Como proteger os móveis de arranhões dos GATOS




Saiba porque os gatos arranham móveis e como minimizar os estragos, sem prejudicar o bem-estar deles

Adaptação da casa
Não é correto esperar que os animais de estimação simplesmente se adaptem à nossa vida e à nossa casa. Eles possuem diversas necessidades e devemos tentar respeitá-las e tolerá-las. Caso contrário, acabaremos por nos irritar com as atitudes deles e o bem-estar geral poderá ficar prejudicado. Portanto, prepare-se para alguns estragos e para mudanças - pelo menos parciais - na decoração da sua casa!
Por que objetos e mobílias?
O gato arranha objetos para:
  • “Afiar” as unhas: ou seja, para retirar delas pedaços que estão soltos e que ficaram velhos. Assim, ele mantém sempre exposta a camada mais nova e afiada das unhas, que crescem continuamente.
  • Demarcar objetos: ao arranhar, ele deixa marcas visuais e, ao mesmo tempo, “imprime” o cheiro dele. Esses sinais servem para alertar outros gatos quando se aproximam do território dele.
  • Alongar-se e exercitar-se: ele sente prazer em se esticar e arranhar após uma boa soneca.
Direcionar as arranhaduras
Em vez de ensinar o gato a não arranhar, o que comprometeria o bem-estar dele, devemos estimulá-lo a arranhar objetos permitidos ou arranhadores adquiridos para essa finalidade.

Diversos arranhadores
Para observar os gostos e as necessidades de seus gatos, mantenha inicialmente vários modelos de arranhadores (há uma porção deles nos pet shops). Experimente de diversos materiais, como madeira, corda, carpete e papelão. Leve em conta que alguns gatos gostam mais de arranhar superfícies verticais do que horizontais. Já outros apreciam variar. E quase todos preferem arranhar objetos bem firmes. Por isso, escolha arranhadores grandes ou que possam ser fixados. Aos poucos, substitua os modelos não usados pelos mais apreciados. E lembre-se: as preferências podem variar com o tempo.

Onde colocar
Prepare-se para mudar o visual da sua casa ou para se conformar com mobílias arranhadas! A chance de o arranhador se tornar irresistível para os gatos (e ganhar a concorrência com o sofá e demais objetos) aumenta se for posto em posição estratégica. Um local preferido pelo gato é aquele onde ele costuma tirar sonecas, já que ele aprecia se espreguiçar e arranhar ao acordar. Outro local é aquele que fica entre ambientes diferentes - os gatos preferem demarcar limites de território. Por exemplo, entre a sala e o quarto. Procure testar outros locais e veja se o gato os aprova.

Arranhar os arranhadores
Se o seu gato se interessa pela erva do gato (cat nip), esfregue-a sobre os arranhadores. Mostre que você permite e gosta que ele arranhe esses locais e elogie-o e ofereça petiscos sempre que ele usar um arranhador. E, se o gato passar a arranhar para conseguir atenção e petiscos, ótimo! Ele estará aliviando a vontade de arranhar e, com isso, os locais proibidos serão poupados.

Evitar objetos proibidos
Após ter alternativas para afiar as garras, o gato pode ser ensinado a não arranhar a mobília. Para tanto, devemos associar o comportamento errado com pequenos sustos ou situações desagradáveis. Cuidado com gatos medrosos demais ou ariscos com pessoas. Dependendo da repreensão, a confiança dele no ambiente e nas pessoas pode diminuir.

Despersonalizar a punição
Podemos criar situações punitivas nas quais o susto ou o desconforto sentido pelo gato não seja associável conosco. Há duas vantagens nessa estratégia. Uma é aumentar as chances de o gato não arranhar a mobília quando estamos ausentes. A outra é evitar que ele fique com medo de nós. Uma situação punitiva desse tipo é obtida com a aplicação de pedaços de fita adesiva de dupla face sobre objetos. Os gatos odeiam arranhar superfícies grudentas. Outra é uma armadilha que derrube algo barulhento próximo ao gato, durante a afiação das unhas. Por exemplo, amarra-se uma linha numa tampa de panela e deixa-se a linha sobre a superfície que o gato costuma arranhar. Quando ele estiver arranhando, a linha será puxada e o objeto cairá, dando um susto nele (planeje para cair ao lado dele, não em cima dele!).
Um jato de água no gato, espirrado com um borrifador, também costuma funcionar para inibir arranhões em objetos. A desvantagem é necessitar da presença humana e o gato poder aprender a só não arranhar os móveis quando o dono estiver por perto. Além disso, se ele for dos mais medrosos e tímidos, poderá passar a evitar pessoas.

BOA SORTE

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AMIZADE ACIMA DE TUDO

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Gatos que fazem a diferença




Os pomposos

os ternurentos

Este deve ter sido anestesiado antes da foto

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LINDO

Comovente historia do cachorro que esperou 11 anos pelo seu dono no mesmo lugar