Coleiras Vermelhas: Diga não à Crueldade na luta contra a Raiva.

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Dragão Barbudo (Pogona vitticeps)


Dragão Barbudo (Pogona vitticeps)

 

 

O Dragão Barbudo ainda se pode considerar um animal pequeno tendo em conta as dimensões máximas no mundo dos lagartos. Com 50 a 60 cm, o Dragão Barbudo tem de ser alojado num terrário já com um tamanho considerável: 90 x 50 x 50 cm é o aconselhado para um adulto.

Sociável e bastante expressivo, o Dragão Barbudo torna-se o ideal lagarto de contemplação e talvez um dos melhores em termos de sociabilidade com o dono. Tolera bem o manuseamento e é um animal que interage bastante com o dono, tendo em conta o seu “sangue frio”. É bastante activo no terrário.

Omnívoro, o Dragão Barbudo alimenta-se tanto de insectos como também de vegetais, o que faz com que a dieta seja mais complicada de gerir por donos inexperientes. O rácio entre vegetais e insectos varia ao longo da vida e deve-se tentar implementar um plano alimentar diversificado.

O Dragão Barbudo é um animal que se encontra facilmente à venda.

Vantagens

Apesar de exigir alguns conhecimentos que podem ser de difícil absorção para os iniciantes, a alimentação diversificada do Dragão Barbudo pode tornar-se uma mais valia. O facto da sua dieta não ser composta apenas por alimento vivo faz com que parte da sua dieta, os alimentos verdes, sejam de fácil acesso para o dono.

Desvantagens

O alojamento do Dragão Barbudo exige um terrário maior do que no caso do Gecko Leopardo. Para além disso, por ser um animal diurno, é necessário comprar todo o

LAGARTO - Gecko Leopardo


Gecko Leopardo (Eublepharis macularius)

 

 

O Gecko Leopardo é uma óptima escolha para iniciantes. É um réptil pequeno, tem entre 18 e 25 cm em cativeiro, e um par é facilmente alojado num terrário de 60 x 40 x 40 cm. Pouco agressivos, são bastante tolerantes ao manuseamento.

São animais insectívoros, tendo os grilos como base de alimentação. Contudo, aceitam uma grande variedade de insectos que deve ser introduzida na dieta para a tornar mais diversificada. Podem tornar-se animais dispendiosos pois devem ser alimentados até rejeitarem a comida. Comilões, os adultos chegam a ingerir 10 a 15 insectos por dia, de dois em dois dias.

É fácil encontrar um gecko leopardo à venda e existem vários padrões, ou fases. O difícil é escolher.

Vantagens

Por ser um animal nocturno, não necessita do mesmo tipo de iluminação de um réptil diurno, ou seja, a lâmpada UVB pode ser de fraca potência ou mesmo dispensada.

Desvantagens

Ser um animal nocturno tem também os seus inconvenientes, sobretudo no que diz respeito à compatibilidade de “horários” com o dono. Isto é, o período de maior grau de actividade destes lagartos é inverso ao da maioria dos humanos, o que significa que o dono está a dormir quando estas osgas estão mais activas.

Mitos acerca da alimentação dos CÃES

Algumas crenças populares podem prejudicar o seu animal de estimação





1 - CÁLCIO E VITAMINAS PARA OS OSSOS DE CÃES DE RAÇA GIGANTE

É crença geral que administrar doses generosas de cálcio promove o bom crescimento ósseo e faz os cães crescer. Isto não é totalmente verdade. Sabe-se que a carência de cálcio, fósforo e vitamina D3 são responsáveis por problemas de crescimento, mas o EXCESSO É PREJUDICIAL.!

Esta prática promove problemas ósseos tais como a displasia da anca ou do cotovelo, osteocondrite dissecans entre outros. Estudos feitos nos EUA comprovaram que este tipo de suplemento pode inclusivamente deformar os ossos a nível das articulações durante o crescimento, podendo mesmo parar o crescimento do cão por ossificação precoce das cartilagens de conjugação.

Por outro lado os tecidos moles também podem ossificar (não é invulgar o excesso de cálcio acumular-se na camada interna dos vasos sanguíneos endurecendo-os). O excesso de vitamina D3 provoca anorexia e outros problemas. Aconselhe-se com o seu veterinário. Sair-se-á bem se o seu animal comer uma ração equilibrada para raças gigantes (e já existem algumas boas marcas no mercado, disponíveis através dos veterinários e lojas de animais – não hipermercados) sem suplementos nenhuns.

Todavia: Certas doenças tais como raquitismo, ou deficiências alimentares podem requerer uma dose extra de cálcio e vitaminas – algo que só o médico veterinário poderá determinar.

2- GORDURA É FORMOSURA

Para muitas pessoas ver um animal magro é sinónimo de doença. Bem, isto às vezes é verdade, mas ter um animal obeso pode crer que é sinónimo de sarilhos. A obesidade sobrecarrega as articulações (predispondo o animal à artrite precoce), o sistema cardiovascular (podendo conduzir a insuficiência cardíaca), o pâncreas (que por atrofia pode levar à diabetes) e o sistema reprodutor (uma fêmea gorda dificilmente ovula, podendo por isso ficar estéril) para além de outros problemas mais complicados que em conjunto reduzem a expectativa de vida do animal.

A prevenção da obesidade deve começar enquanto o animal é muito jovem. Caso comece a ganhar excesso de peso muito cedo (6 meses, normalmente) deve-se pedir conselho ao veterinário a fim de mudar para uma ração com menor teor de gorduras e hidratos de carbono. Um animal obeso que persista no seu peso apesar da dieta, deve consultar o veterinário quer para alterar o regime alimentar quer para descartar possíveis causas hormonais para a obesidade.

3 – ENLATADOS SÃO MAIS SAUDÁVEIS DO QUE SECOS

Esta teoria está longe de ser verdade. Para já, tanto uma como outra prezam por ser completas e nutritivas. Por isso, a esse nível NÃO HÁ DIFERENÇAS! Porém fique ciente de que a ração seca é 3 vezes mais barata do que a enlatada (quando compra uma lata de comida, 80% dela é água!), não se deteriora ao ar com a mesma rapidez do que a enlatada e ajuda a “limpar” os dentes pois deixa menos resíduos na boca. Note porém, que a comida enlatada é mais saborosa do que a seca, daí os nossos animais por vezes convencerem-nos a dar-lhes ração enlatada em vez da seca.

Todavia em certas circunstâncias (convalescença, falta de apetite ou outras situações patológicas) pode ser necessário administrar ração enlatada mais apetitosa e mais fácil de trincar.

4 – BASTA DAR SÓ UMA REFEIÇÃO POR DIA

Este hábito pode parecer bastante prático, mas certos cães não o toleram bem. O cão, ao ficar muitas horas seguidas sem comer, quando  lhe é administrada a refeição, come sofregamente. Em raças predispostas à torsão de estômago isto pode ser fatal! Cães com distúrbios digestivos, nomeadamente a nível do estômago e fígado, beneficiam do ponto de vista da saúde de 2 refeições diárias. Conforme vê nem todos os cães apreciam comer uma vez ao dia. Os gatos então gostam mesmo de ter os biscoitos à disposição durante todo o dia, para irem beliscando!

Todavia: alguns cães teimam em comer uma só refeição diária e são aparentemente saudáveis. Certas raças de cães nórdicos por vezes só comem dia sim dia não. Estes são a excepção à regra!

5 – COMER OSSOS LIMPA OS DENTES

Esta é a asneira mais grave, especialmente se o cão é de raça pequenina! Uma esquírola de osso pode-se alojar na boca, faringe, estômago ou intestinos causando hemorragias, dores, obstrução, etc. Nada mais perigoso!

Por outro lado se o cão comer ração seca, já ajuda a deixar menos resíduos na boca. Os ossos não limpam os dentes. Quem limpa é o veterinário quando se marca uma consulta para uma limpeza de dentes. Existem pastas de dentes para cão e sprays de controle do mau hálito, por isso não invente!

Todavia o mesmo não se aplica aos ossos de pele de boi ou sintéticos que ajudam a entreter o nosso querido cão quando não estamos ao pé dele e são particularmente úteis durante a muda de dentes dos cachorros.

6 - VITAMINAS SÃO BOAS PARA A QUEDA DO PÊLO

É formidável o nº de pessoas que me contacta no Verão em busca das tais vitaminas miraculosas que param a queda do pêlo. O melhor remédio para isso na verdade é a escovagem vigorosa e regular durante a época da muda. De facto as vitaminas são essenciais, mas mais do que isso é uma boa alimentação (ração completa equilibrada de primeira qualidade, cujo principal ingrediente seja a carne, e não os cereais) recomendada pelo veterinário que poderá eventualmente ser complementada por vitaminas A, H e E, bem como ácidos gordos essenciais ómega 3 e 6.

Nunca esquecer que vitaminas em excesso fazem mal, mas certamente um animal que não tem uma alimentação racional beneficiará para já de uma mudança gradual para uma boa ração, suplementada inicialmente pelas tais vitaminas e ácidos gordos, mas que serão administrados por um período não superior a 15 dias. Mas isto não tira as vezes da escovagem regular na época da muda. Todos os problemas específicos de pele devem ser examinados pelo veterinário que após descartar qualquer doença metabólica ou parasitária então se preocupará em corrigir qualquer deficiência alimentar que tenha conduzido ao problema em questão .

7 - CADELA GRÁVIDA COME POR DOIS

Se isso fosse verdade o estômago da cadela duplicava o seu tamanho! É certo que as necessidades da fêmea aumentam durante a gravidez e amamentação, mas não esqueça que o útero grávido ao aumentar de volume durante o último terço de gravidez, limita muitíssimo a distensão do estômago da fêmea. Assim se ela tiver muito apetite não poderá encher o estômago com a mesma facilidade que tinha antes, chegando até mesmo a vomitar por falta de espaço para o alimento! Também não se deve encher a cadela com cálcio e vitaminas, pois isto só contribui para o sobrecrescimento fetal e fetos gigantes só nascem de cesariana... Não esqueça que uma futura mãe obesa pare os filhos com dificuldade.

Afinal o que se deve fazer? Forneça uma ração específica para gestantes (geralmente é semelhante à dos cachorros) e nas últimas 3 semanas de gravidez pode esperar um aumento de ingestão de cerca de 25 % (não 100%!), deixando a água e a ração à disposição do animal que comerá mais frequentemente do que é habitual. Durante a amamentação, o veterinário deverá recomendar um bom suplemento de cálcio e vitaminas para a boa formação do leite a fim da cadela não esgotar as suas reservas.

8 – BORRAS DE CAFÉ CURAM A ESGANA

A única maneira verdadeiramente eficaz de prevenir (não é curar) esta doença fatal é a VACINAÇÃO do animal enquanto está saudável. Quando o cão não está devidamente vacinado está sujeito a apanhar esta doença viral. Como todo e qualquer vírus, o tratamento é quase impossível, mas nunca à base de borras de café! Isto é tão falso como haver elefantes na lua! Alguns cães possuem defesas específicas que lhes permite combater esta terrível doença (por isso é que certos rafeiros da rua adoecem e não morrem) e são estes os casos que aparentemente respondem “bem” ao tratamento à base do café. Sabemos que o café é um estimulante e o cão ao tomá-lo fica eufórico, aparentemente recuperado da esgana.

O veterinário perante um cão com esgana tentará uma medida heróica que é administrar uma certo tipo de vacina por via endovenosa. Esta prática pode ser fatal mas também pode ser a única chance que o cão tem de sobreviver. Dependendo da fase da doença em questão, esta medida pode salvar até 75% dos cães acometidos desta doença. É o ÚNICO tratamento eficaz conhecido, tá bem?

9 – COITADINHO, ELE NÃO COME RAÇÃO E EU NÃO O POSSO DEIXAR À FOME

As nossas mascotes têm um talento natural de nos manipular. Então quando chega a hora da refeição não falha: “Não queres, pronto eu abro uma lata. Não queres esta, então eu abro outra. Ainda não comes? Pronto vou fritar um hambúrguer. Meus caros leitores: ISTO NÃO PODE SER! Na Natureza os carnívoros estão dependentes daquilo que caçam, abatem e comem. Isto por vezes só acontece poucas vezes por semana. O sistema digestivo do cão e do gato está adaptado a este tipo de situações e estar sem comer 2 ou 3 dias não é nada de outro mundo. A lei da sobrevivência é bem clara: “se não comes, morres”. Um animal não morre com um prato de comida à frente dele! Afinal esta lição toda é para quê? Não desista de lhe oferecer a ração. Se ele não comer, torne a fornecê-la 4 horas depois e assim por diante. Ela não se estraga. Deixe-a à disposição durante a noite. Caso você ceda e lhe der aquela comida caseira que ele tanto gosta nunca mais aprenderá a apreciar a ração completa e equilibrada que lhe faz tanto bem. Se você permitir que ele assista às vossas refeições então quem é que resiste a dar um bocadinho de bife ou costeleta por debaixo da mesa? E se lhe permitir que ele tenha acesso à cozinha durante a confecção das refeições é natural que ele no meio de tanto aroma magnífico não queira comer a ração que se lhe oferece. Todavia acabará por fazê-lo nem que seja de noite quando não houver ninguém por perto! Acredite que se ele não tiver mesmo mais nada para comer comerá a ração quando tiver bastante apetite.

Caso o animal não coma nada de espécie alguma, provavelmente estará doente ou com febre e neste caso recorra ao veterinário a fim de providenciar um tratamento.

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As tarântulas - animais de estimação para pessoas audazes



As tarântulas são um animal de estimação recente. Estes aracnídeos de porte grande e geralmente peludos estão presentes em todos os continentes, exceptuando na Antárctida, mas é raro observá-las nas regiões mais frias, a partir dos 40º de distância do equador. Existem entre 800 e 1000 espécies de tarântulas, algumas com dentadas venenosas, outras com pêlos urticantes, mas todas igualmente fascinantes. Por não exigirem muito espaço ou muita manutenção, as tarântulas são animais de necessidades acessíveis e ganham por isso cada vez mais adeptos.

Top 6: Târantulas para iniciantes

1 - Rosa Chilena – Grammostola rosea


Esta é uma das espécies mais recomendadas para iniciantes. É bastante dócil, tendo em conta que se trata de uma tarântula. Quando se sente ameaçada prefere na maioria das vezes fugir do que agir defensivamente ou até atacar. Contudo, deve-se ter em atenção ao pêlos urticantes que podem ser lançados pelo ar. A Rosa Chilena tem uma manutenção fácil e é facilmente encontrada no mercado de animais de estimação.

Esta Tarântula existe em diferentes tonalidades: vermelho, rosa e um tom mais afogueado.

Atingem a maturidade sexual cedo, aos três anos, o que faz com que cresçam a um ritmo acima da média entre as tarântulas mais dóceis.

2 - Tarântula Hondurense - Brachypelma albopilosum


Esta tarântula é tão dócil como a Rosa Chilena, mas tende a ser mais temperamental, ou seja com mudanças de humor rápidas. Tem a vantagem de ter um óptimo apetite e crescer mais rapidamente do que as tarântulas restante do mesmo género (Brachypelma) ao ponto de ser questionável a sua classificação. Uma das suas marcas é o pêlo ondulado que a torna diferente da quase todas as outras espécies aqui listadas.



3 - Tarântulas mexicanas do género Brachypelma


As tarântulas mexicanas que se seguem são também dóceis, mas mais assustadiças do que a Rosa Chilena. São conhecidas também por terem um crescimento mais lento e por serem mais urticantes do que outras tarântulas deste top. Uma das maiores vantagens é uma esperança de média de vida mais alargada, o que pode compensar um custo inicial mais caro.

Brachypelma emilia – Das tarântulas mexicanas apresentadas aqui é talvez a mais dócil. Uma das suas atracções é seu o tamanho, chega a ter 15 cm desde a ponta da pata da frente até à de trás.

Brachypelma vagans – Rápida e mais agressiva do que as companheiras, esta tarântula seduz sobretudo pela sua coloração: veludo preto com pêlos vermelhos no abdómen.

Brachypelma smithi – Tarântula de Joelhos Vermelhos Mexicana. É uma das espécies mais populares em Hollywood pois já contracenou com Indiana Jones e James Bond. Devido à grande popularidade que conheceram, foram amplamente recolhidas do seu habitat ao ponto de as autoridades mexicanas proibirem a sua captura. São por isso mais dispendiosas do que as outras tarântulas aqui apresentadas.

3 - Tarâtula Negra do Brasil - Grammostola pulchra


Esta espécie é indicada para principiantes, mas como a sua comercialização, captura e manutenção está proibida no país de origem, o Brasil, não é muito fácil adquirir um exemplar. Contudo o tamanho que atinge, pode ultrapassar os 15 cm medidos entre pernas, e a cor negra são as razões que mais justificam a sua procura.

4 - Eupalaestrus campestratus


Esta tarântula é particularmente robusta, encorpada e de patas grossas. É resistente, mas não é fácil de encontrar no mercado, apesar de já haver uma população considerável estabelecida em cativeiro. Também apresenta pêlos ondulados nas patas e no abdómen.

5 - Tarântulas de Patas Rosas


Existem duas espécies de tarântulas de patas rosa: Avicularia avicularia, originária do Norte da América do Sul, e Avicularia versicolor (Ilhas Antilhas).

Estas tarântulas correm e saltam de forma imprevisível e podem ser demasiado rápidas para os iniciantes. Curiosamente estão entre as primeiras escolhas destes. A seu favor têm o facto de não poderem largar pêlos urticantes e de não serem agressivas. São de crescimento rápido, o que lhes dá em poucos anos uma resistência de adulto.

A Tarântula de Patas Rosas das Antilhas é uma das que atrai mais iniciantes sobretudo devido à sua combinação de cores: rosa, verde e preto em adulta e preto e azul enquanto jovem.

6 - Aphonopelma chalcodes e Aphonopelma seemanni


Para inciantes mais aventureiros, estas tarântulas são um bom desafio. Mais aguerridas, atacam mais facilmente do que as anteriores, sobretudo a Aphonopelma seemani, mas a principal estratégia de defesa permanece a fuga. São rápidas e resistentes. A disponibilidade no mercado não é muita e podem ser mais difíceis de encontrar. Mas devido à sua aparência, o esforço vale a pena.

Aphonopelma seemanni – Também conhecida como a tarântula Zebra da Costa Rica, este aracnídeo apresenta as patas listadas a preto e branco.

Aphonopelma chalcodes – Preta e castanha clara, ficou conhecida no mundo anglo-saxónico como a tarântula loira.

Tarântulas não aconselhadas a iniciantes


As tarântulas oriundas de África e Ásia são geralmente maiores, mas também mais nervosas e agressivas. São bons animais de contemplação e um desafio para quem já tem experiência com tarântulas mais dóceis. Para os iniciantes não se recomendam os seguintes géneros:

  • Acanthoscurria,
  • Chilocosmia,
  • Haplopelma,
  • Heteroscodra,
  • Hysterocrates,
  • Poecilotheria,
  • Pterinochilus,
  • Selencosmia,
  • Sericopelma,
  • Stromatopelma.

Apesar de o veneno das tarântulas não ser mortal para o humanos, a mordida de uma tarântula do género Poecilotheria já colocou uma pessoa em coma. Por isso recomenda-se bastante cuidado ao lidar com os aracnídeos deste género e também com os dos géneros: Stromatopelma, Haplopelma e Pterinochilus.

BRINQUEDOS PARA os porquinhos-da-índia



Os porquinhos-da-índia são animais bem-dispostos e que gostam da interacção com o dono. Brincar é uma óptima forma de os donos se relacionarem com os seus porquinhos-da-índia e de os manter ocupados quando estão sozinhos.


Brinquedos feitos em casa


Papel de impressora - Faça uma bola de papel com papel de impressora branco. Não utilize papéis tingidos pois os químicos podem ser prejudicais à saúde do seu animal. É um brinquedo que dá para roer e para arrastar pela gaiola.

Tubo dos rolos de papel higiénico ou tubo do rolo de papel de cozinha - Pode utilizá-los fazendo o porquinho-da-índia perseguir o rolo, ou então rechear os rolos com feno. Dê sempre um corte vertical nos tubos para os porquinhos-da-índia não ficarem presos.

Meia – Pode dar aos porquinhos-da-índia uma meia velha ou recheá-la com feno.

Mantas ou toalhas – Pode dar uma configuração completamente diferente ao terrário do seu porquinho-da-índia se utilizar mantas ou toalhas arranjadas de forma estratégica para criar cavernas, túneis ou abrigos. Deve supervisionar o seu porquinho-da-índia enquanto ele tem roupa, tecidos ou toalhas na gaiola.

Tubos de PVC – Podem ser cortados de forma a permitir que os porquinho-da-índia trepem, se escondam ou subam para cima dos tubos.

Blocos de cimento, tijolos ou pedras duras – São uma forma original de criar percursos de obstáculos para os porquinhos-da-índia e uma forma de os manter frescos no Verão. Podem também ajudar a gastar as unhas.

Sacos de papel não colorido – Os sacos de papel não tingidos são um esconderijo original e algo diferente que os porquinhos-da-índia podem roer. Corte as pegas para não haver risco de o animal ficar preso nelas. Para tornar os sacos mais divertidos, pode cortar buracos dos lados para criar outras zonas de entrada e saída.

Caixas de cartão – Com um pouco de imaginação, quase tudo pode ser feito com estas caixas. Desde abrigos até comedouros onde os porquinhos-da-índia podem procurar uma guloseima especial.

Tendas – A partir do material das cortinas das banheiras, pode fazer facilmente esconderijos tipo tendas nos cantos da gaiola.

Ramos de árvores de fruto – É difícil de arranjar ramos de árvores de frutos sem pesticidas ou outros químicos a não ser que tenha um árvore no seu quintal. Os ramos da macieira são óptimas escolhas. Cerejeira, pessegueiro e ameixieira são tóxicos para os porquinhos-da-índia.

Brinquedos comprados


Brinquedos para aves – Alguns porquinhos-da-índia gostam de os ter pendurados nas gaiolas, outros preferem carregá-los de um lado para o outro da gaiola e abaná-los na boca.

Bolas – Bolas de ping-pong, ténis ou bolas para gatos que sejam lisas e resistentes.

Peluches – Os porquinhos-da-índia gostam de utilizar brinquedos suaves como almofada ou até mesmo de os carregar de um lado para o outro da gaiola. O enchimento dos peluches pode ser prejudicial para os porquinhos-da-índia, por isso é preciso estar atento e verificar que o animal não conseguiu abrir o boneco. Como alternativa pode substituir o enchimento por feno. A meia é uma opção mais segura, mas muitas vezes os porquinhos-da-índia apegam-se a determinado boneco.

Espelhos – Alguns porquinhos-da-índia gostam de admirar o seu reflexo. Compre espelhos indicados para aves, que são resistentes e seguros para os animais. Coloque-os no lado de fora das grades.

Brinquedos em madeira – Colheres, blocos com gravuras, etc. Prefira os que não são pintados.

Brinquedos a evitar


Rodas de exercício e Bolas de plástico - Não coloque rodas de exercício na gaiola nem introduza o seu porquinho-da-índia em rodas de plástico deslizantes. Estes dois brinquedos podem fazer com que o seu animal desenvolva problemas de coluna.

O leite é indicado para os animais de estimação?


Os cães e os gatos não têm as enzimas para dissolverem o açúcar do leite (a lactose) na sua digestão.

Se a lactose não desaparecer, ela permanecerá no intestino do animal, provocando posteriormente diarreia.
Alguns animais de estimação são tolerantes a quantidades pequenas deste liquido, outros nem isso.
O indicado é fornecer leite próprio para cães e gatos existentes no mercado.

Sapos BIXINHOS Encantadores
















LINDO

Comovente historia do cachorro que esperou 11 anos pelo seu dono no mesmo lugar